São as duas exceções previstas no art.377 da instrução normativa 77/15.

O primeiro caso é quando o segurando já fazia jus a aposentadoria em vida , mas não a requereu , é possível então que seus dependentes requeiram a pensão por morte dele.

O segundo caso é quando puder ser comprovado por perícia indireta, ou seja, por documentação médica que o segurado falecido ficou inválido, com invalidez permanente, durante o período de graça ( que é o período de manutenção da qualidade de segurado independente de contribuição do INSS) , caso em que também é possível requerer a pensão por morte aos seus dependentes.

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